Assessoria de Imprensa


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Semana da Educação Física das Faculdades Maria Thereza

Discutir as exigências cada vez maiores do mercado de trabalho. Essa é uma das propostas da Semana da Educação Física, promovida pelas Faculdades Maria Thereza (FAMATh), com coordenação de Luiz Antônio Pereira de Almeida, Luiz Daniel Pereira de Almeida e Maurício Ennes, que vai reunir profissionais de renome da área, entre os dias 6 e 10 de outubro. Relatos de experiências profissionais estão entre as atrações do evento, que contará com a participação da ex-ginasta e profissional de educação física Luisa Parente, de Humberto Chaves, gerente regional de esportes do Sesi, e de Helder Resende, vice-reitor de pós-graduação da Universidade Castelo Branco, entre outros.

 

Entre os profissionais que vão participar da semana estão Maurício Ennes, coordenador do curso de Educação Física das FAMATh e mestre em Ciência da Motricidade Humana; Jéferson Retondar, doutor em Educação Física ; Lamartine Pereira da Costa, doutor em Filosofia; Carla Patrícia Guimarães, doutora em Engenharia de Produção; Sérgio Tavares, mestre em Ciências da Motricidade Humana; Tony Meirelles, doutor em Educação Física , e Cláudio Silva, presidente da Associação Brasileira de Academias do Brasil (Acad). As inscrições custam R$10 e podem ser feitas no campus da Educação Física, na Rodovia Amaral Peixoto km 12,5, em Rio do Ouro. Serviço Data: de 6 a 10 de outubro Horários: das 9h às 12h e das 19h às 22h Local: Auditório das FAMATh ? Rua Visconde do Rio Branco 869, São Domingos, Niterói.


Faculdades Maria Thereza abrem inscrições para curso de Petróleo e Gás

 

    Em parceria com o Instituto Nacional de Desenvolvimento Social e Profissional (Indesp), as Faculdades Maria Thereza (FAMATh) dão início a novas turmas em Niterói e Rio do Ouro para o curso de Capacitação Profissional em Petróleo e Gás. O objetivo do curso é qualificar e instrumentalizar os participantes para atuarem na área. Os interessados podem se inscrever até o dia 20 de outubro, de segunda a sexta-feira, entre 9h e 20h, na sede das FAMATh, na rua Visconde do Rio Branco, 869, Niterói.

    Kátia Olegário, coordenadora do curso, salienta que a exigência de qualificação profissional na indústria de petróleo e gás nunca foi tão grande. 

    - Este é um campo profissional que se encontra em franca expansão, devido a implantação do pólo petroquímico de Itaboraí. O Comperj é o maior investimento da história da Petrobras e transformará o perfil socioeconômico da região de influência do empreendimento e consolidará o Rio de Janeiro como grande concentrador de oportunidades de negócios no setor de petroquímicos - explica a coordenadora.  

    O curso tem duração de 13 meses com 156 horas de aulas divididos nos seguintes módulos: Indústria do petróleo; Logística do petróleo; Plataformista; Qualidade, segurança do trabalho, meio ambiente e saúde ocupacional (QSMS), Operador de refino; Operador de produção; e Gás Natural. Ao final, os profissionais poderão atuar em petroquímicas, refinarias, distribuidoras de combustíveis e demais empresas públicas ou privadas que atuem no seguimento de petróleo e gás natural. O curso tem início em 1° de novembro. Mais informações pelos telefones 2707-3531 / 7891-3016 / 9408-1210 ou pelo e-mail famathposgraduacao@yahoo.com.br.

 



 
Faculdades Maria Thereza oferecem palestras e cursos na X Semana da Psicologia 
 
As Faculdades Maria Thereza (Famath) promovem entre 9 e 12 de setembro (terça a sexta-feira), a X Semana da Psicologia, com o tema "Multiplicidade teórica em Psicologia: uma proposta integrativa". Lincoln Poubel, coordenador do curso de Psicologia das FAMATh, e Teresinha Costa, coordenadora do Serviço de Psicologia Aplicada (SPA) da instituição, são os responsáveis pelo evento, que tem por objetivo refletir sobre as divergências de conceito e de intervenção das escolas psicológicas, seus pontos convergentes e de interseção.
 
Nos dias 9 e 10, as propostas clínico-institucionais serão o foco da discussão. Entre os temas abordados estarão os aspectos teóricos e interventivos, o trabalho com casais e famílias, e também com crianças e adolescentes com comportamento desafiador. Já nos dias 11 e 12, será a vez das propostas sócio-institucionais serem debatidas. Os profissionais irão discutir a questão da subjetividade e a cidade, as práticas grupais em psicodrama e sóciodrama, o trabalho do psicólogo com deficientes e a intervenção em ambientes hospitalares. 
 
            Complementando a programação, as FAMATh vão oferecer mini-cursos durante todo o evento. Psicologia Inclusiva será o assunto abordado pela pedagoga Mahi Prado, que contará ao lado da sua filha Tathianna Prado Dawes, que é deficiente auditiva, todo o seu processo de formação educacional. Mônica Portella, doutora em psicologia experimental pela UFRJ, ministra o mini-curso ?Como detectar a mentira?, e Maria Lucia Geloski, mestre em Psicologia, estará à frente da oficina de criatividade: o uso da arte como instrumento de intervenção psicológica. Fechando a semana, haverá o mini-curso Psicologia e Literatura. 
            As inscrições custam R$ 10,00 e podem ser efetuadas entre 8h e 22h na sala da Coordenação de Psicologia das FAMATh, sede da instituição, localizada à Rua Visconde do Rio Branco 869, Gragoatá, Niterói. Mais informações pelo telefone 0800 282 0890.

 

Pós-graduação em Relacionamento Amoroso e Sexualidade Humana

 

            A pós-graduação em Relacionamento Amoroso e Sexualidade Humana foi criada para atender a demanda crescente de psicólogos especializados no assunto, que é uma das principais queixas dos pacientes. Andréa Soutto Mayor, coordenadora do curso e doutora em Psicologia Experimental pela USP e mestre em Sexologia pela UGF, explica que muitos pacientes chegam aos consultórios com outras reclamações, mas que com o passar do tratamento acabam revelando problemas relacionados ao parceiro.

            Andréa fala, ainda, que é preciso quebrar o tabu que existe em torno da sexualidade.

- Eu alerto aos alunos, no primeiro dia de aula, que eles vão ouvir muitas piadinhas e que vão ter que aprender a lidar com elas. Isso acontece por falta de informação sobre o trabalho do sexólogo ? complementa.      

Por isso, as FAMATh se preocuparam em montar um curso reconhecidamente sério, o que pode ser comprovado ao se analisar o corpo docente, que é todo composto por mestres e doutores. A grade curricular conta com nomes como Maria Luiza Macedo de Araújo, doutora em Filosofia pela UGF; e Pedro Jurberg, mestre em Ciências Biológicas pelo Museu Nacional e doutor em Neurobiologia pela UFRJ. 

O curso é voltado para profissionais da área de saúde e educação e tem como objetivo difundir a questão da sexualidade e das dificuldades do relacionamento amoroso.  Para tal, as disciplinas abordam a história da sexualidade, questões vinculadas à educação sexual, as diferentes disfunções sexuais e as patologias que envolvem a sexualidade, o conhecimento sobre o funcionamento sexual do organismo. Enfim, o curso trata os relacionamentos amorosos como um todo, incluindo as diferentes teorias que falam sobre o amor.

A primeira turma inscrita no curso acabou esse mês e já está colhendo os frutos. Entre os alunos que estão se aprofundando no assunto, um foi convidada para fazer trabalho com adolescentes vítimas de abuso sexual e outro está desenvolvendo uma pesquisa sobre idosos e sexualidade.

            A pós em Relacionamento Amoroso e Sexualidade Humana tem duração de um ano e meio (360 horas) e começa no dia 30 de agosto, sábado. As aulas serão quinzenais, sempre aos sábados, das 8 às17h.

 

 

 


 

 

Psicopedagogia: um outro olhar sobre as diferenças

Educação Inclusiva: a construção de uma escola aberta à diversidade

 

            Visando uma maior capacitação dos profissionais da pedagogia, fornecendo recursos para que eles trabalhem dentro e fora das salas de aulas, as Faculdades Maria Thereza (FAMATh) criaram cursos de especialização em Pedagogia. São eles: Psicopedagogia: um outro olhar sobre as diferenças, filiado a Associação Brasileira de Psicopedagogia, e Educação Inclusiva: a construção de uma escola aberta à diversidade. A coordenação é de Denize Sepúlveda, mestre em Educação pela UFF e especialista em Educação Especial , Psicopedagogia e Educação Infantil.

O curso de Psicopedagogia quer proporcionar ao professor uma prática diferenciada em sala de aula, para que ele possa perceber, estudar e avaliar as diferenças entre os alunos e saber como proceder em cada caso. O profissional deve fazer uma  investigação avaliativa que o ajude a estabelecer o diagnóstico correto.

- Nosso curso oferece um estágio supervisionado para que os alunos vivenciem a prática de ser um psicopedagogo. Não basta apenas aprender a teoria ? explica a coordenadora ? Todos os professores deveriam optar por esta formação porque ela dá subsídios para trabalhar com as dificuldades de aprendizagem, principalmente dentro das escolas ? complementa. 

Segundo Denize, no Brasil ainda não existe a graduação em Psicopedagogia e, por isso, cresce a importância da especialização, que é a única maneira de capacitar um profissional na área.

Assim como a Psicopedagogia, o curso de Educação Inclusiva também prepara o profissional para trabalhar com pessoas que têm deficiências de aprendizado. A diferença é que este dá uma visão mais política do processo, ele é mais teórico político, e seu foco é como o professor deve se posicionar para aceitar as diferenças entre os alunos. Para tal, assuntos como legislação específica, políticas de inclusão social, formação de professores são abordados em disciplinas ao longo do curso.

- A legislação determina que o aluno por mais que tenha uma deficiência deve ser incluído em sala de aula com os demais. Portanto, os professores têm que estar preparados para lidar com diferentes dificuldades ? acrescenta Denize.

Ela complementa explicando que essa inclusão não é só de pessoas com deficiências de aprendizado, mas de diferentes raças, classes sociais, etc.

- É uma inclusão ampla, de todos e para todos ? afirma.

            As inscrições vão até dia 10 de outubro e as aulas começam no dia 18, do mesmo mês. Elas serão quinzenais, sempre aos sábados, das 8h30 às 16h30, com duração média de 18 meses. No curso de Psicopedagogia há também um estágio prático, de 120 horas. Mais informações pelo telefone: 0800 28 20 890.

 


 

 

Pedagogia Hospitalar: apoio às equipes de saúde

 

            Ainda dentro da área de Pedagogia, as FAMATh desenvolveram o curso de Pedagogia Hospitalar: apoio às equipes de saúde, também coordenado por Denize Sepúlveda. O governo brasileiro determina que todas as crianças devem estudar mas, paralelo a isso, são comuns os casos em que elas não podem freqüentar a escola por motivo de doença e é justamente para suprir essa necessidade que é importante o trabalho do pedagogo hospitalar.

            - Se a criança não pode ir até a escola, a escola tem ir até ela ? diz Denize.

             A coordenadora explica que são três modalidades diferentes de atendimento: se a criança tem algum problema que não possa sair do hospital, o pedagogo vai até lá para ensinar a ela; se a criança está provisoriamente no hospital e por algum motivo não pode ir à escola, então o pedagogo hospitalar faz o acompanhamento para que ela não se prejudicada quando voltar à escola; há também crianças que já saíram do hospital, mas devem permanecer um tempo em casa, sem poder ir à escola. Nesses casos, o pedagogo atende a criança em sua casa.

            Hospitais como Antônio Pedro, INCA, Pedro Ernesto e Sara Kubitschek já oferecem esse tipo de atendimento. Vale ressaltar que a atividade, além de abrir um novo campo de atuação para o profissional graduado em pedagogia, também é bem remunerada. E que os concursos públicos que abrem para o cargo, que exigem qualificação específica, muitas vezes não são muito concorridos já que as faculdades de pedagogia não incluem a disciplina Pedagogia Hospitalar em suas grades.  

            - A área é totalmente diferente do mercado que normalmente se encontra para o pedagogo. Por isso, ele precisa saber o que fazer na hora do atendimento, como desenvolver sua metodologia ? explica a coordenadora.

            O pedagogo hospitalar vive uma dualidade no exercício da profissão. Ao mesmo em que se preocupa em desenvolver atividades lúdicas com as crianças, fundamental para devolver a elas a infância que se perde dentro dos hospitais, ele lida o tempo todo com a questão da vida e da morte. Por isso, é importante um cuidado especial, já que a qualquer instante, uma das crianças com as quais ele trabalha pode morrer e ele vai ter que saber como lidar com isso internamente. Tem que haver uma preparação para o luto.

            - Também preparamos o pedagogo hospitalar para o relacionamento com a família da criança doente. Eles precisam de atendimento, de apoio durante o processo de perda. Há uma disciplina, ministrada por Simone Biangolino, doutoranda em Psicologia pela Uerj, que aborda só essa questão.

             As inscrições vão até dia 10 de outubro e as aulas começam no dia 18, do mesmo mês. Elas serão quinzenais, sempre aos sábados,  das 8h30 às 16h10, com duração média é de 18 meses. Mais informações pelo telefone: 0800 28 20 890.


 

Biologia Marinha e Oceanografia

           A área de Biologia Marinha é uma das principais das FAMATh. Para dar continuidade ao trabalho que já é realizado na graduação há mais de 25 anos, a instituição criou o curso de pós-graduação na área.

            - Queremos proporcionar aos alunos instrumentos para que eles aprimorem os conhecimentos adquiridos na faculdade. Sendo assim, eles vão estar mais capacitados para atender a demanda do mercado de trabalho ? explica a coordenadora do curso Cristiane Fiori, bióloga, mestre em Biologia Marinha e doutoranda em Geoquímica ambiental, ambos pela UFF.

Pode-se verificar a preocupação com o mercado de trabalho quando se observa a estrutura curricular do curso. Ela aborda desde as matérias mais teóricas como legislação ambiental, bioestatística marinha e ecologia marinha, até as mais práticas, onde são programadas saídas de campos para Ilha Grande, Arraial do Cabo, Ilhas Cagarras, onde, junto com os professores, os alunos aplicam os conhecimentos aprendidos em salas de aula.

            Cristiane ressalta, ainda, que o curso é voltado para qualquer pessoa que se interesse em trabalhar com o meio ambiente. Tanto que na turma que está cursando a pós atualmente há não só biólogos, mas também jornalistas e psicólogos.

            - Os alunos confiam no trabalho que fazemos porque essa é uma área tradicional na faculdade e o corpo docente é altamente especializado, com profissionais que estão em atuação no mercado. Muitos trabalham em instituições de pesquisa, em empresas de controle ambiental e em órgãos ambientais ? explica Cristiane.

Nomes como Rogério Rocco, mestre em Direito da Cidade e superintendente do Ibama/RJ, e Christina Tereza Bassani, doutora em Geografia pela UFF, fazem parte do professorado da instituição. 

            As inscrições vão até dia 10 de outubro e as aulas começam no dia 18, do mesmo mês. Elas serão quinzenais, sempre aos sábados,  das 8h às 17h. A duração média do curso é de 15 meses. Mais informações pelo telefone: 0800 28 20 890.

 

 

História e Culturas da África e dos Afro-brasileiros

 

Discutir a desigualdade racial no Brasil. Esse é um dos objetivos do novo curso de pós-graduação História e Culturas da África e dos Afro-brasileiros, oferecido pelas FAMATh. Sob coordenação de Jucinato de Sequeira Marques, sociólogo e mestre em Educação pela UFRJ, e Luiz Fernandes de Oliveira, sociólogo, mestre em Ciências Sociais pela UERJ, especialista em História da África e dos Negros no Brasil (UCAM) e doutorando em Educação (PUC/RIO), o curso pretende discutir em que medida essas desigualdades raciais têm levado historicamente às desigualdades sociais.

- Por isso, nosso público-alvo não é voltado só para professores de história, mas também de geografia, português, artes, literatura e quaisquer pessoas ligadas direta ou indiretamente ao movimento negro ? complementa Jucinato.

O curso visa também a capacitação de profissionais para atender a Lei nº. 10.639/03 alterada pela Lei nº 11.645/08, do Ministério da Educação, que instituiu o ensino de história da África nos currículos escolares. Os professores vão proporcionar instrumentos teóricos-conceituais para que o conteúdo seja trabalho didaticamente dentro das escolas de forma crítica e autônoma. Reforçando essa preocupação, os coordenadores criaram dois tipos de trabalhos de conclusão de curso. Um deles é justamente a produção de um material didático para ser utilizado pelos professores nas salas de aula. O outro, mais acadêmico e tradicional, é um trabalho desenvolvido em formato de monografia, onde o aluno deverá apresentar para uma banca avaliadora.

Jucinato ressalta a importância do estudo da história da África:

- Esse estudo permite aos alunos verificarem que muitos elementos da sua cultura foram retirados da cultura africana e branquificados ao longo da história ocidental ? explica o coordenador.

O corpo docente é formado por profissionais especializados, com mestrado e doutorado. Entre eles estão Amauri Mendes Pereira, mestre em Educação e doutor em Ciências Sociais pela UERJ; Azoilda Loretto Trindade, mestre em educação pela UFF e doutora em comunicação pela UFRJ; Renato Emerson, mestre em Planejamento Urbano e Regional e doutor em Geografia, ambos pela UFF; e Ynaê Lopes dos Santos, mestre em História Social pela USP e doutoranda também em História Social pela USP.

           As inscrições vão até dia 10 de outubro e as aulas começam no dia 18, do mesmo mês. Elas serão sempre aos sábados, das 9h às 17h. A duração média do curso é de 18 meses. Mais informações pelo telefone: 0800 28 20 890.